Revolut – O cartão dos viajantes

Queria ter escrito este post antes do verão, mas a verdade é que não tive tempo. De qualquer forma, este é um post informativo e dicas para viajantes nunca são demais, nem têm uma época fixa do ano para serem escritas.

Em Maio quando fui a ESTOCOLMO, um dos temas que me “atormentava” era a questão do dinheiro. A Suécia está fora da zona euro, a moeda é outra, as taxas que os bancos cobram para levantar dinheiro no ATM são ofensivas e como é um país tão caro, queria ter a certeza que tinha os meus gastos todos controlados.

Lembrei-me que uns meses antes tinha lido no Lugar à Janela um post sobre um cartão que não cobrava comissões, onde os levantamentos até um determinado valor eram gratuitos e onde tudo funcionava on-line com uma app super fácil de usar. Chama-se REVOLUT.

Não vou estar a escrever todas as características do cartão, porque podem ler tudo AQUI e AQUI. Mas quero contar a minha experiência e explicar o porquê de me ter rendido a 100% aos ‘encantos’ deste cartão.

É um cartão Visa (ou mastercard para contas premium), cuja principal característica é que funciona com pré-pagamento. Temos o cartão associado à conta do nosso banco e fazemos carregamentos do valor que nos apetecer. Na conta aparece como se tivéssemos efetuado uma compra e no cartão aparece transferido o valor exacto.

O interessante é que se pode carregar na moeda que estamos a usar (no meu caso em euros) e depois através da aplicação fazer o câmbio para a moeda do destino onde vamos, no caso da Suécia, para coroas. A mudança de moeda é feita uma única vez, sem nenhuma taxa, ao valor do câmbio mais baixo do mercado (eu verifiquei e é verdade).

Isto permite que quando ando em viagem, qualquer compra que faça seja paga na moeda local, sem possibilidade de trocas e baldrocas pelo meu “querido” banco.

Além disso, na APP ficam registados todos os gastos que faço com o cartão e assim é super fácil controlar o que gasto e onde gasto quando ando pelo mundo.

Muitas vezes, dentro do orçamento de cada viagem, estabeleço um determinado valor para cada dia; com este cartão não é possível gastar mais do que realmente lá está, e ao final do dia se for preciso volto a recarregar com o valor que quero gastar no dia seguinte. Este detalhe também diminui as possibilidades de sermos roubados, porque mesmo que clonem o cartão, estarão limitados ao saldo que houver naquele momento.

Por enquanto tenho usado o meu cartão Revolut apenas quando viajo, é perfeito para definir orçamentos e controlar as despesas. Mesmo dentro da zona euro, é importante para mim não misturar as contas das viagens com as contas da vida quotidiana, cujos débitos-directos da água, luz, spotify, netflix, etc… gostam às vezes de cair “inesperadamente” na conta.

Agora que vou novamente de viagem para a Indonésia, e onde qualquer nota, por menor valor que tenha, tem zeros que nunca mais acabam; vai ser de grande ajuda ter o cartão revolut carregado com rupias, para que possa saber exactamente o valor das coisas e controlar os meus gastos.

Já vos contarei, quando regressar, que tal se portou a Revolut nesta próxima viagem!!

2 opiniões sobre “Revolut – O cartão dos viajantes

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