Bagagem de Mão

Na preparação das coisas para a próxima viagem vou-me dando conta de como a experiência é realmente a melhor de todas as escolas. Acho que vou melhorando a minha “técnica”, diminuo os enganos, levo menos peso, menos preocupações e muito mais à vontade.

Mas outro dia, a falar com uma amiga que também vai agora para as Ásias, disse-me que viajará 3 semanas com uma mochila de 30lt meio cheia!!! E eu que estava tão orgulhosa da minha de 50lt bem composta… Pfff… vivendo e aprendendo e principalmente aceitando as minhas próprias limitações. 😝

 Hoje escrevo-vos sobre a bagagem de mão.

Neste POST escrevi sobre a minha mochila grande; e hoje escrevo sobre a mochila de cabine, a mais pequena e que vai comigo dentro do avião.

Opto sempre por mochila porque é o mais prático e cómodo para transportar, além de que como é bastante leve, o peso a que temos direito na bagagem de mão, é usado exclusivamente para o conteúdo da mochila. Também porque não é rígida e cabe bem debaixo do banco da frente, pode servir de encosto e mais importante que tudo, não corro o risco que me digam que afinal já não cabe e que tenho que a pôr no porão, mesmo sem faturar.

Aqui está a lista do que sempre levo comigo:

  • Os tradicionais ‘gadgets’ que ajudam a “esquecer” que estou há não sei quantas horas dentro de um avião: auriculares, bateria extra, telemóvel e carregador. Como hoje em dia os telemóveis são pequenos computadores de bolso; para mim, já não se justifica viajar com computador ou tablet.
  • Guia de Viagem e um Livro para ler. Ainda não aderi ao Kindle, porque adoro ler um livro de verdade, mas reconheço que para quem viaja é um objeto imprescindível. Talvez em Dezembro o peça ao “pai-natal”!
  • Máquina fotográfica
  • Almofada de viagem – para evitar ficar com um torcicolo ou babar no ombro do vizinho do lado enquanto durmo.
  • Um bloco/diário de viagem e caneta, para poder escrever pensamentos, ideias, registar histórias, fazer listas e tomar notas.
  • Um pequeno necessaire com o básico (toalhetes, escova e pasta de dentes, deo, paracetamol, etc)
  • Uma muda de roupa (interior e t-shirt) – depois de em 2014 ter chegado a Bangkok e a mochila ter ficado a passear em Londres durante 2 dias e em 2017, vinda de Saigão, a mochila ter ficado em Moscovo, quando eu já estava de volta a Barcelona; aprendi a lição.
  • Documentos
  • Óculos de sol
  • Meias para calçar durante o voo – em honra das minhas raízes holandesas, uso sandálias com meias quando viajo. Tento viajar sempre de sandálias porque permitem ter os pés completamente à vontade nas infindáveis horas que estou ali sentada, e são fáceis de calçar e descalçar. Mas é impossível estar cómodo, com aquele ar condicionado a gelar os meus pezinhos.
  • Um lenço que serve para o pescoço, para os ombros, para o cabelo e para tapar as pernas à entrada dos templos.
  • E por fim uns ‘snacks’ para me salvar de um aperto ou de um ataque de gula.

Na verdade viajar para destinos tão longe é também um jogo mental, porque dois dias antes de chegar ao aeroporto já estou a planear como vão ser as 10 ou 15 horas que passarei dentro do avião. Descarrego filmes ou séries, (viva a Netflix), escrevo muito, leio ainda mais, oiço música, penso na vida e sonho acordada. E se conseguir, ponho em dia as horas de sono que a rotina acelerada de Barcelona me rouba tantas e tantas vezes. São as horas ideais para me sentar relaxada, descansar e disfrutar do início de mais uma grande aventura pelo mundo.

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